Charges do Benett


ops, charges que saíram na semana passada e retrasada. talvez estejam meio defasadas já, não sei...

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Escrito por Alberto Benett às 17h57
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tava devendo algumas charges aqui, não?
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uminha só...




Escrito por Alberto Benett às 15h45
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charges novas no pedaço...
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Escrito por Alberto Benett às 07h26
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charge nova no pedaço...essas bem pouco inspiradas, por sinal. é difícil um chargista admitir que não fez um trabalho legal. mas eu sempre sou o primeiro a falar "que merda" para as minhas charges. acho que sou maníaco-depressivo. ah sim, para piorar, a que eu achei melhorzinha, o Solda já tinha feito antes bem mais legal. a do momento mágico. é isso, se beberem não dirijam, se dirigirem, não bebem e, se morrerem, por favor não bebam e não dirijam.
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Escrito por Alberto Benett às 08h35
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charges que mandei para o Salão Carioca de Humor. A segunda, Matilha, recebeu Menção Honrosa.
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chargistas graças a deus
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Escrito por Alberto Benett às 21h44
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charge nova no pedaco
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Escrito por Alberto Benett às 09h27
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Não sei se é verdade que a jornalista foi demitida por causa desse comentário mas, se foi, a TV Cultura prestou um grande desserviço à liberdade de expressão. Viu? Vai falar mal dos bancos, do Mantega pra ver o que acontece...



Escrito por Alberto Benett às 17h42
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charge em parceria com o Adão Iturrusgarai.



esta era para ter saído hoje (28/04)
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mas os editores preferiram esta:
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charge meio ilustra, ilustra meio charge...
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tudo bem que meus tomates parecem maçãs envenenadas...



Escrito por Alberto Benett às 14h46
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O petróleo é nófo!


Fooooome!

Mais uma...



charges que são ilustrações, ilustrações que são charges...
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uma pequena ilustra sobre dragões, lulas e salsichas.



Escrito por Alberto Benett às 09h52
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Escrito por Alberto Benett às 12h34
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Linkei o site de charges da Gazeta do Povo, ao lado. Vocês poderão conferir os trabalhos diários de meus colegas de jornal, o Pancho, o Tiago Recchia e o Paixão.

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Que coisa. Vocês (tem alguém aí?) o dossiê FHC que vazou para a internet? Os gastos da Dona Ruth? Sabonetes, balinhas, desodorantes. Coisa meio prosaica -entre aluguéis de carros e salmões caríssimos. Mas a imagem que me passou pela cabeça é a de que alguém abriu a porta do quarto, de repente, e viu a ex-primeira dama só de calcinha, cortando as unhas do pé. Engraçado mais um escândalo que definitivamente não precisávamos. Nem a Dilma, que vai acabar morrendo pela boca em suas aspirações presidenciais...

Benett- o respeitado e seríssimo colunista político formador de opinião





Escrito por Alberto Benett às 17h40
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Incrível. Ontem tinha pensado num boa idéia para uma charge, sobre a "multiplicação dos pães" do Lula. Fui tomar um copo de café e, esqueci completamente da piada. Quando enfim mandei a charge para o jornal, a idéia pintou de volta "ei, você não tá esquecendo nada?". Que lástima, preciso aprender a anotar essas coisas.
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Larvas, larvas e mais larvas...



Escrito por Alberto Benett às 10h33
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O Profeta da Fome


iustração sobre uma matéria que fala de projetos esdrúxulos de vereadores



um texto do Clóvis Rossi, publicado na Folha de hoje.
CLÓVIS ROSSI

Desconfiar. Sempre

SÃO PAULO - Já foi quase tudo dito sobre a Guerra do Iraque, cinco anos após a invasão. Só faltou, acho, uma palavrinha sobre jornalismo, afinal, o único assunto de que entendo algo, menos do que gostaria e deveria, mas algo.
O jornalismo norte-americano cometeu, cinco anos atrás, o pecado mortal de aceitar acriticamente a informação de que havia armas de destruição em massa no Iraque de Saddam Hussein. Tampouco me pareceu suficientemente enfático em estabelecer a diferença entre a delinqüência da Al Qaeda e a delinqüência de Saddam Hussein.
Admito até uma atenuante no pecado, que, no entanto, não o apaga.
Não havia muita chance de contrapor informações do outro lado, ou por indisponíveis ou por inconfiáveis. Saddam Hussein podia jurar que não tinha as tais armas que ninguém acreditaria. Deu-se então o mais trágico crime ético da guerra: a ditadura disse a verdade, a democracia mentiu.
Do meu ponto de vista, fica uma lição que empiricamente já havia aprendido: o jornalismo deve desconfiar sempre do governo, de qualquer governo. Mesmo que ele se enrole na bandeira, como foi o caso nos EUA, e tente estabelecer que pátria e governo são a mesma coisa. Nunca são.
Desconfiar mesmo quando o governo é popular. É bom lembrar que, em março de 2003, pesquisa publicada pelo "Washington Post" mostrava que 71% dos norte-americanos eram favoráveis à guerra.
Desconfiar sempre do governo, ainda que injustamente, dificilmente fará a ele próprio um mal irreversível, além de fazer bem ao jornalismo. Distrair-se, ainda que eventualmente, e aceitar como verdadeiras as afirmações/informações de um governante podem causar males irremediáveis.
Nas crises, então, o ceticismo é o melhor, talvez único, anteparo para a propaganda a que todo governo inexoravelmente recorre.


*** e uma chargetinha




Escrito por Alberto Benett às 10h43
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fim das férias do mestre Paixão. agora, volto com as charges semanais, de sexta e segunda-feira. dias de atualização deste blog:>)

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Escrito por Alberto Benett às 08h22
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who's been sleeping here


cool, calm and collected


Certa vez li em algum lugar (precisão das coisas não é exatamente meu forte) que, uma das principais alterações que se dá quando uma família ascende ou decai socialmente, é no lixo. O lixo diz muito sobre a saúde financeira da classe-média, por exemplo. Se o lixo tem caixas e mais caixas de pizza, garrafas de vinho, embalagens de comidas industrializadas e móveis velhos, por exemplo, essa família está vivendo um período de vacas gordíssimas. Se, no lixo dela só tem clássicos pacotes de arroz, feijão (do mais barato) e osso de galinha, hmmm...apertaram o cinto.
O Brasil está, de fato, em momento de prosperidade. Os catadores de lixo, não têm do que reclamar.



...e de ontem.




Escrito por Alberto Benett às 08h45
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